O curioso é que o buraco negro, na realidade, se trata de uma esfera. Não poderia ser de outra forma, se não, a gloriosa forma mais perfeita da natureza tridimensional. A ideia assimptótica do buraco da mina de diamantes, transposta na fronteira não limitada da esfera multigravitacional, jamais poderia conduzir à natureza não dimensional e desprovida de tempo, de uma emoção, de uma saudade, ou mesmo de uma vontade. Caminhos infinitos, jamais se precipitam numa única direcção, mas sim se desdobram em intangíveis e únicas simbioses que pontualmente ocorrem, como brilhos sem limites, como ecos sem reflexo.
4 comentários:
Helena,
Diz algo mais. Este post deixa-me apreensiva.
Um beijinho
O curioso é que o buraco negro, na realidade, se trata de uma esfera. Não poderia ser de outra forma, se não, a gloriosa forma mais perfeita da natureza tridimensional.
A ideia assimptótica do buraco da mina de diamantes, transposta na fronteira não limitada da esfera multigravitacional, jamais poderia conduzir à natureza não dimensional e desprovida de tempo, de uma emoção, de uma saudade, ou mesmo de uma vontade.
Caminhos infinitos, jamais se precipitam numa única direcção, mas sim se desdobram em intangíveis e únicas simbioses que pontualmente ocorrem, como brilhos sem limites, como ecos sem reflexo.
Olá Helena!
Não gosto nada disto!
Um grande beijinho,
Emília.
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