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Do universo dual em que vivemos, pouco nos é dado conhecer, pois nada é definitivo, definitivamente entendível ou aceite. Desconhecemos se o progresso leva à evolução ou à involução
Sabemos que a sombra paira porque o Sol existe. Que a palavra tem vida graças ao silêncio. Que vida e morte são indissociáveis, e que da existência de uma depende a outra.
Nada é definitivo. Só a Morte, e mesmo essa tem Intermitências.

4 comentários:
Livro que parece muito interessante. Obrigado pela sugestão. :-)
Pois é, Helena. E cada um de nós espera sempre que ela tenha uma das suas intermitências quando se lembrar de nós :-)
Beijinho grande, Helena
Pois parece, Ummartins.
Na verdade, ainda não o li, mas as críticas são muito favoráveis. Aliás, Saramago é sempre Saramago e eu sou uma leitora incondicional e entusiasta da sua obra.
No Natal e no meu aniversário tão próximo, há-de hever alguém que se lembre de mo oferecer. :-)
Verdade, Bird! Todos sabemos que um dia, sem convite, nem hora marcada ela nos fará uma visita. Contudo, que vá tendo muitas intermitências. É o que desejamos. Não é?
Foi para a distrair que resolvi escrever o post seguinte...As Intermitências da Vida II.
Beijinho
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